7.10.10

Etapa PTopenXRC no Skiparque


O complexo do Ski Parque, situado na Relva da Reboleira em Sameiro - Manteigas, foi palco nos dias 02 e 03 de Outubro da última etapa do Portugal Open XCR, um campeonato em BTT de provas de ultra-resistência.
Do programa constaram corridas de 6, 12 e 24 horas, de forma a abranger o maior número de participantes, sendo que apenas corredores individuais puderam disputar a classe de seis horas, enquanto a de doze horas esteve aberta a betetistas a solo ou em duplas.Um campeonato constituído por quatro etapas em circuito fechado, com distâncias nunca superiores a 13 quilómetros, onde o objectivo da prova é realizar o maior número de voltas no período temporal escolhido.O percurso nas imediações do Ski Parque, com cerca de 6 quilómetros, contemplou uma incómoda travessia do Rio Zêzere, seguida de uma longa subida e um single track que os betetistas elogiaram, quer ao nível da exigência física, quer em termos paisagísticos.A etapa foi ganha por Josué Duarte, seguido de Humberto Luís e a fechar o pódioFrancisco Meireles. Um trio de respeito e que muito teve de trabalhar para manter os lugares.Uma iniciativa conjunta do Município de Manteigas - Câmara Municipal e a Empresa Horizontes, Lda., que contou com cerca de meia centena de participantes nacionais e estrangeiros.

2.10.10

Divulgação:6º Encontro dos Conterrâneos e Amigos de Manteigas


Realiza-se no dia 6 de Novembro de 2010, pelas 13 horas, no restaurante “Casa das Beiras”, Av. Almirante Reis, nº 256, 1º Esq., Lisboa, o 6º convívio e segundo Encontro deste ano, dos conterrâneos e amigos de Manteigas, reunindo assim mais uma vez os Manteiguenses residentes na região de Lisboa.
Contamos para isso, e mais uma vez, com a divulgação no
Notícias de Manteigas, e nos Blogue(s)” Manteiguenses e de todos os que têm estado presentes.
As marcações podem ser feitas do modo habitual até ao dia 25 de Outubro para:
Agostinho Amaral
Telm. 96 374 7887 * E-mail: craveiro.amaral@gmail.com
Agostinho Craveiro Amaral

16.9.10

Festa da Santa Eufêmia




Santa Eufêmia nasceu na Calcedónia, uma cidade perto de Constantinopla, numa família nobre e respeitável.Foi criada nos ideais cristãos, que faziam dela um exemplo de virtude e beleza junto dos habitantes. Frequentou a escola e por isso nas suas imagens aparece com um manto de estudante (da época). Durante o reinado do Imperador Diocleciano, que proibia baptizados, ela foi acusada e tendo recusado casar com um herói da cidade, foi presa com outros cristãos.
Torturada de maneira cruel, onde era usada uma roda de moinho, sempre se manteve fiel à sua fé e manteve intacta a sua decisão de nunca trair Deus. Entregaram-na aos leões, que acabaram por mata-la, mas não danificaram o seu corpo nem a comeram, deitando-se a seu lado como que a protegê-la de mais sofrimentos. Era o dia 16 de Setembro do ano 304 AD, tinha ela somente 15 anos de idade.
Os cristãos ficaram com o seu corpo, sendo este sepultado na Calcedónia, onde construíram uma igreja. Em 620, quando a cidade foi invadida e conquistada pelos Persas, mudaram o seu corpo, com medo deste ser destruído, para Constantinopla, e depositado numa Igreja mandada construir pelo Imperador Constantino, em sua honra. Com a entrada no poder do Imperador Nicefor, que era contra símbolos religiosos, os cristãos ficaram com medo que ele remove-se o corpo de Sta. Eufémia.
A lenda diz que numa noite de violenta tempestade o sarcófago de mármore desapareceu da cidade. Possivelmente, pescadores cristãos carregaram-no nos seus barcos, com a esperança de a transportar para um lugar seguro. Em Julho, 13 do ano 800, as pessoas de Rovinj, viram dar à costa, ondulando gentilmente nas águas, um sarcófago. Os sinos repicaram, as pessoas que se juntaram na praia tentaram retirá-lo da água, mas em vão, todos os esforços eram inúteis, até que apareceu uma criança com dois fracos bezerros e que para espanto de todos conseguiu remover o pesado sarcófago da água e o levou até à igreja local.
Quando abriram o sarcófago, viram o corpo de uma rapariga muito bonita e que vestia um luxuoso vestido e junto dela, um pergaminho que dizia HOC EST CORPUS EUFEMIAE SANCTAE... (...este é o corpo de Santa Eufémia, virgem mártir da Calcedónia, filha de um nobre senador, nascida para o céu em Setembro 16, ano 304 AD...).
O seu corpo continua preservado numa igreja na cidade de Rovinj, na actual Croácia, onde pode ser visitado.

18.8.10

Escolas de Manteigas não encerram

Com a entrada do ano lectivo 2010/2011 são menos 25 as escolas do 1º ciclo do ensino básico a funcionar no distrito da Guarda. Um número que deverá subir para 28 assim que estiver concluído o Centro Escolar do Vale do Mondego, em Porto da Carne, no concelho da Guarda, que irá receber também os alunos das localidades de Aldeia Viçosa, Cavadoude e Vila Cortês do Mondego.

O concelho onde se verificam mais encerramentos é Gouveia (sete), perdendo as escolas de Rio Torto, Tazem, Figueiró da Serra, Nabais, Ribamondego, Vila Cortês da Serra e Vila Franca da Serra. Seguem-se Figueira de Castelo Rodrigo, Mêda e Seia, com três cada: Algodres, Freixeda do Torrão e Mata de Lobos; Aveloso, Poço do Canto e Prova; Travancinha, Carragosela e Carvalhal da Louça, respectivamente. Na Mêda, estas foram as últimas escolas a funcionar nas aldeias, passando a partir de agora a existir primeiro ciclo só na sede de Concelho.

Sabugal perde dois estabelecimentos de ensino – Vale de Espinho e Alfaiates, enquanto os concelhos de Aguiar da Beira, Almeida, Celorico da Beira, Fornos de Algodres e Trancoso ficam sem uma escola cada um.

No caso da Guarda, no início do próximo ano lectivo já não abre o estabelecimento do 1º ciclo de Valhelhas, bem como uma sala no Outeiro de São Miguel. As escolas de Aldeia Viçosa, Vila Cortês do Mondego e Cavadoude deverão encerrar no decorrer do ano lectivo 2010/2011, assim que estiver pronto a funcionar o novo Centro Escolar do Vale do Mondego.

Segundo a Equipa de Escolas do Distrito, os concelhos que não registam qualquer encerramento neste ano lectivo são Pinhel e Manteigas, desconhecendo-se a situação de Vila Nova de Foz Côa por não estar integrado nesta estrutura.

in Jornal Nova Guarda